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Cirurgia Refrativa em São Paulo- Atendimento no Itaim Bibi

Cirurgia Refrativa em São Paulo- Atendimento no Itaim Bibi

Cirurgia refrativa é uma das áreas de atuação do Dr. Rodrigo Dalto, oftalmologista com atendimento no Itaim Bibi e procedimentos realizados no Hospital Israelita Albert Einstein. A técnica reúne métodos modernos para corrigir miopia, hipermetropia e astigmatismo, reduzindo ou eliminando a dependência de óculos e lentes de contato no dia a dia.

A definição da técnica mais adequada — a laser ou com implante de lente intraocular — depende de uma avaliação oftalmológica completa e das características individuais de cada paciente. Esse planejamento personalizado é o que determina se a cirurgia refrativa é indicada e qual técnica traz o melhor resultado em cada caso.

O que é cirurgia refrativa?

Cirurgia refrativa é o nome dado a um conjunto de técnicas cirúrgicas usadas para corrigir os chamados erros refrativos — alterações no formato do olho ou da córnea que impedem a imagem de se formar corretamente sobre a retina.

Quando isso acontece, a visão pode ficar embaçada para longe, para perto ou em todas as distâncias, dependendo do tipo de erro refrativo. A cirurgia atua ajustando esse foco, remodelando a córnea ou substituindo/complementando o cristalino, conforme a técnica indicada — sempre definida em consulta com o oftalmologista.

Quais problemas podem ser corrigidos com cirurgia refrativa?

A cirurgia refrativa pode ser indicada, conforme avaliação individual, para:

  • Miopia – dificuldade para enxergar de longe
  • Hipermetropia – dificuldade visual, principalmente para perto
  • Astigmatismo – visão distorcida ou borrada em qualquer distância
  • Presbiopia – dificuldade para perto relacionada à idade, em casos selecionados

A indicação não depende apenas do grau: a saúde ocular, a espessura e o formato da córnea, e as expectativas do próprio paciente também entram na avaliação. Por isso, o diagnóstico é sempre individual — não existe uma resposta padrão que sirva para todos os casos.

Tipos de cirurgia refrativa disponíveis

Existem diferentes técnicas de cirurgia refrativa, e a mais adequada varia conforme o grau, a espessura da córnea e outras características de cada paciente.

Cirurgia refrativa a laser

As técnicas a laser remodelam a curvatura da córnea para corrigir o foco visual.

PRK / TransPRK

  • O laser é aplicado diretamente na superfície da córnea
  • Não envolve a criação de um flap (abertura na córnea)
  • Costuma ser considerada em córneas mais finas
  • Recuperação visual inicial mais gradual que o LASIK

LASIK

  • Criação de um flap fino na córnea com laser de femtosegundo
  • Recuperação visual costuma ser mais rápida
  • Técnica amplamente utilizada, segura quando bem indicada

SMILE

  • Realizada por meio de uma pequena incisão, sem criação de flap
  • Menor interferência na superfície ocular
  • A indicação depende do grau e da anatomia da córnea do paciente

Cirurgia refrativa com lente intraocular

Em casos em que o laser não é a melhor opção — geralmente por grau muito elevado ou características específicas da córnea —, pode-se considerar:

Lente fácica (ICL)

  • Implante de uma lente dentro do olho, sem remoção do cristalino natural
  • Costuma ser indicada para graus elevados ou córneas não ideais para laser
  • Procedimento reversível, diferente das técnicas a laser

Troca do cristalino

  • Substituição do cristalino natural por uma lente intraocular artificial
  • Pode ser considerada para corrigir grau e presbiopia em conjunto
  • Indicação exige avaliação criteriosa, geralmente em pacientes acima dos 40-45 anos

Quem pode fazer cirurgia refrativa?

De forma geral, costumam ser considerados candidatos à avaliação para cirurgia refrativa pacientes que apresentam:

  • Grau estável há pelo menos 12 meses
  • Córnea saudável e com espessura adequada para a técnica avaliada
  • Ausência de doenças oculares ativas
  • Avaliação favorável da superfície ocular
  • Expectativas realistas em relação ao procedimento

É importante reforçar: cada paciente precisa ser avaliado individualmente, com exames específicos. Preencher esses critérios de forma geral não substitui a avaliação presencial — é ela que confirma, caso a caso, se a cirurgia é indicada e qual técnica é a mais adequada.

Assista ao vídeo: Como saber se pode realizar a cirurgia refrativa?

Tipos de cirurgia refrativa disponíveis

Existem diferentes técnicas de cirurgia refrativa, e a mais adequada varia conforme o grau, a espessura da córnea e outras características de cada paciente.

Cirurgia refrativa a laser

As técnicas a laser remodelam a curvatura da córnea para corrigir o foco visual.

PRK / TransPRK

  • O laser é aplicado diretamente na superfície da córnea
  • Não envolve a criação de um flap (abertura na córnea)
  • Costuma ser considerada em córneas mais finas
  • Recuperação visual inicial mais gradual que o LASIK

LASIK

  • Criação de um flap fino na córnea com laser de femtosegundo
  • Recuperação visual costuma ser mais rápida
  • Técnica amplamente utilizada, segura quando bem indicada

SMILE

  • Realizada por meio de uma pequena incisão, sem criação de flap
  • Menor interferência na superfície ocular
  • A indicação depende do grau e da anatomia da córnea do paciente

Cirurgia refrativa com lente intraocular

Em casos em que o laser não é a melhor opção — geralmente por grau muito elevado ou características específicas da córnea —, pode-se considerar:

Lente fácica (ICL)

  • Implante de uma lente dentro do olho, sem remoção do cristalino natural
  • Costuma ser indicada para graus elevados ou córneas não ideais para laser
  • Procedimento reversível, diferente das técnicas a laser

Troca do cristalino

  • Substituição do cristalino natural por uma lente intraocular artificial
  • Pode ser considerada para corrigir grau e presbiopia em conjunto
  • Indicação exige avaliação criteriosa, geralmente em pacientes acima dos 40-45 anos

Quem pode fazer cirurgia refrativa?

De forma geral, costumam ser considerados candidatos à avaliação para cirurgia refrativa pacientes que apresentam:

  • Grau estável há pelo menos 12 meses
  • Córnea saudável e com espessura adequada para a técnica avaliada
  • Ausência de doenças oculares ativas
  • Avaliação favorável da superfície ocular
  • Expectativas realistas em relação ao procedimento

É importante reforçar: cada paciente precisa ser avaliado individualmente, com exames específicos. Preencher esses critérios de forma geral não substitui a avaliação presencial — é ela que confirma, caso a caso, se a cirurgia é indicada e qual técnica é a mais adequada.

Assista ao vídeo: Como saber se pode realizar a cirurgia refrativa?

Quem NÃO pode fazer cirurgia refrativa?

Alguns fatores podem contraindicar a cirurgia refrativa ou exigir avaliação mais cautelosa, como:

  • Ceratocone ou suspeita de ectasia corneana
  • Olho seco significativo e não tratado
  • Instabilidade do grau nos últimos 12 meses
  • Gravidez
  • Algumas doenças sistêmicas ou oculares específicas

Nenhuma dessas condições, isoladamente, define um “não” definitivo em todos os casos — por isso a avaliação pré-operatória completa é a etapa mais importante de todo o processo, e é ela que orienta a decisão.

Cirurgia refrativa é segura?

Quando bem indicada e realizada por oftalmologista experiente, a cirurgia refrativa é considerada um procedimento consolidado, com décadas de uso clínico e altos índices de satisfação entre pacientes bem selecionados.

Como qualquer procedimento cirúrgico, no entanto, não é isenta de riscos. Entre os mais reportados, geralmente temporários, estão:

  • Olho seco temporário
  • Halos ou sensibilidade à luz à noite, nas primeiras semanas
  • Flutuações na qualidade visual no período inicial de cicatrização

A frequência e a intensidade desses efeitos variam de paciente para paciente. Uma avaliação pré-operatória criteriosa é o que permite identificar riscos individuais antes da decisão pela cirurgia.

Como é o pós-operatório da cirurgia refrativa?

O pós-operatório varia conforme a técnica utilizada, mas costuma incluir:

  • Uso de colírios prescritos, seguindo rigorosamente a orientação médica
  • Evitar coçar ou pressionar os olhos
  • Retorno gradual às atividades físicas e ao trabalho, conforme liberação médica
  • Acompanhamento oftalmológico regular nas semanas seguintes

A maior parte dos pacientes percebe melhora visual progressiva nos primeiros dias, mas o resultado final costuma se estabilizar ao longo de algumas semanas — o prazo exato depende da técnica e da resposta individual de cicatrização.

Cirurgia refrativa elimina o uso de óculos para sempre?

Quando bem indicada, a cirurgia refrativa pode proporcionar independência funcional de óculos e lentes de contato no dia a dia, para atividades como dirigir, praticar esportes, trabalhar e viajar.

Ainda assim, é importante ter uma expectativa realista: assim como outras estruturas do corpo, os olhos passam por alterações naturais ao longo dos anos. Mesmo após a correção do grau, pequenas variações refrativas podem ocorrer com o tempo, e o envelhecimento ocular está associado ao desenvolvimento da presbiopia — a dificuldade de foco para perto que costuma surgir a partir dos 40-45 anos, independentemente de o paciente ter feito a cirurgia refrativa ou não.

Por isso, a decisão pela cirurgia deve considerar não só o resultado imediato, mas também um planejamento de longo prazo, discutido em consulta com o oftalmologista.

Vale a pena fazer cirurgia refrativa?

Para pacientes bem indicados, a cirurgia refrativa pode representar mais autonomia no dia a dia, conforto visual e redução relevante da dependência de óculos e lentes — sempre a partir de uma avaliação individual, sem garantia de resultado igual para todos os casos.

A melhor forma de saber se você é um bom candidato é através de uma avaliação oftalmológica completa, onde exames específicos (topografia, paquimetria, entre outros) definem, caso a caso, se a cirurgia é indicada e qual técnica se encaixa melhor no seu perfil. Conheça como funciona a avaliação para cirurgia refrativa com o Dr. Rodrigo Dalto em São Paulo.

PERGUNTAS FREQUENTES

TIRE SUAS DÚVIDAS

A cobertura pelos planos de saúde normalmente segue a regra da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar): qualquer grau de hipermetropia; miopia acima de 5 graus; independentemente do grau de astigmatismo. Casos fora dessa regra podem ser avaliados via reembolso, dependendo do plano.

Durante o procedimento não há dor, pois são utilizados colírios anestésicos. No pós-operatório, é comum haver algum desconforto temporário — como sensação de areia nos olhos ou sensibilidade à luz —, que varia conforme a técnica utilizada e tende a diminuir nos primeiros dias.

O procedimento costuma durar poucos minutos por olho e é realizado de forma ambulatorial, sem necessidade de internação.

Alguns pacientes percebem melhora visual já nas primeiras horas, enquanto outros apresentam melhora progressiva ao longo dos dias seguintes. O resultado final costuma se estabilizar em algumas semanas, variando conforme a técnica e a resposta individual de cicatrização.

Em casos específicos, pode ser indicada uma reavaliação ou retoque, desde que a anatomia da córnea permita. Isso é avaliado individualmente em consulta, geralmente após período de estabilização do grau.

A recuperação varia conforme a técnica utilizada. No LASIK e na cirurgia com implante de lente intraocular, muitos pacientes conseguem retornar às atividades profissionais em poucos dias, conforme orientação do oftalmologista. No PRK, esse retorno costuma ser um pouco mais gradual.

As duas técnicas usam o mesmo laser para corrigir o grau, mas diferem na forma de preparo da córnea. No PRK, é feito o polimento da superfície da córnea antes da aplicação do laser, sem criação de flap — a recuperação inicial costuma ser mais gradual. No LASIK, é criado um flap fino com laser de femtosegundo antes da correção, o que costuma permitir uma recuperação visual mais rápida nos primeiros dias. A escolha entre as duas depende principalmente da espessura e do formato da córnea de cada paciente, definidos na avaliação pré-operatória.

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